Viena, sabores doces


Marisa Fonseca Diniz

O relatório anual da Quality of Living Index realizado pela Consultoria Mercer elegeu Viena, Áustria, como a melhor cidade para se viver no mundo.
Os critérios utilizados são: estabilidade política, segurança, força da lei, funcionamento bancário, moeda, liberdade de imprensa, limitação dos indivíduos, serviços de saúde, educação, serviços e transportes públicos, lazer, consumo, habitação e meio ambiente.
Capital da Áustria, Viena, é a cidade mais populosa do país com um pouco mais de 1,7 milhão de habitantes localizada na região nordeste do país possui clima continental é cortada ao norte pelo rio Danúbio, um dos maiores símbolos da cidade.
A cidade é um importante centro de música erudita mais conhecida como a Cidade dos Músicos devido os prodígios musicais, tais como Wolfgang Amadeus Mozart, Joseph Haydn, Ludwig van Beethoven, Franz Schubert, Johannes Brahms, Gustav Mahler, Robert Stolz e Arnold Schenberg.
Viena é uma cidade cultural com diversos edifícios históricos, palácios, teatros, museus e galerias de arte. O largo movimentado do boulevard Kärntner Strasse encontra-se diversas opções de compras, além de restaurantes e cafés.
Neste artigo, vamos apresentar seis locais interessantes na cidade de Viena para saborear deliciosos doces, basta acessar o link para obter maiores informações, a saber:









Artigo protegido pela Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. É PROIBIDO copiar, imprimir ou armazenar de qualquer modo o artigo aqui exposto, pois está registrado.



O melhor país para viver


Marisa Fonseca Diniz


O sonho de todo ser humano é viver em um país ou cidade que tenha uma boa qualidade de vida, incluindo segurança, saúde, educação e trabalho, porém algumas pessoas possuem este privilégio. O Programa de Desenvolvimento Humano das Nações Unidas responsável pelo Relatório de Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) que classifica os países segundo alguns pontos de cortes fixos do IDH que são derivados dos quartis das distribuições de indicadores dos componentes.
Os pontos de corte são definidos nos seguintes valores:
Menor de 0,550 = desenvolvimento humano baixo
De 0,550 a 0,699 = desenvolvimento humano médio
De 0,700 a 0,799 = desenvolvimento humano alto
De 0,800 a superior =desenvolvimento humano muito alto
O país com o IDH muito alto segundo o Relatório de 2016 da ONU – Organização das Nações Unidas é:
Noruega – IDH 0,949


A Noruega com um pouco mais de 5 milhões de habitantes é hoje o melhor país para se viver. Os índices de criminalidade são baixíssimos, a polícia não porta armas, e o crime nas cidades limita-se a roubos e vandalismos.
A educação na Noruega é dividida em três partes:


Ensino Fundamental: obrigatório dos 6 aos 13 anos de idade;
Ensino Secundário Inferior: obrigatório dos 13 aos 16 anos;
Ensino Secundário: obrigatório dos 16 aos 19 anos.
A NOKUT é a responsável pela garantia da qualidade do ensino superior e do ensino profissional terciário no país. Essa educação é parte de um sistema educacional abrangente e baseia-se no ensino primário e secundário.
O interessante é que as crianças e os jovens noruegueses possuem o direito, mas também a obrigação de completar os estudos do ensino primário e o secundário inferior, bem como os adultos. Após completarem estes dois estágios de estudos podem cursar o ensino secundário superior que é a ponte para novos estudos ou vocação.
A entrada dos estudantes no ensino superior depende da qualificação deles para a admissão em programas universitários. Os níveis são bacharelado, mestrado e doutorado que é baseado em pesquisas. O ensino profissional terciário é uma alternativa vocacional ao ensino superior.
Os noruegueses são sinceros e educados, porém não tem o costume de se abrir a qualquer pessoa, sendo difícil esta abordagem. Agradecem por quase tudo e tratam as pessoas sempre pelo primeiro nome mesmo em ocasiões formais.
A saúde norueguesa é financiada pelo poder público fazendo parte do orçamento nacional. O tratamento médico é gratuito para todos até os dezesseis anos de idade, na idade adulta pagam uma franquia anual até conseguirem um cartão de isenção que dá direito a saúde gratuita. Além de hospitais públicos há algumas clínicas de saúde de propriedade particular.

Oslo é o centro econômico e governamental da Noruega. A cidade possui diversas empresas marítimas, de transportes, bancos e indústrias, além de ser uma cidade piloto do Conselho Europeu e do Programa de Cidades Interculturais da Comissão Europeia.
Visite a Noruega!






Artigo protegido pela Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. É PROIBIDO copiar, imprimir ou armazenar de qualquer modo o artigo aqui exposto, pois está registrado.





Pensamentos que enobrecem a alma

Por Marisa Fonseca Diniz











O capeta mora no andar de cima

Marisa Fonseca Diniz


O assunto de hoje é algo corriqueiro, mas poucos são aqueles que têm coragem de denunciar ou conseguem resolver o problema. A história que iremos narrar aqui é real, porém os nomes dos envolvidos e o local são fictícios. A vida em condomínio deveria ser algo prazeroso, mas nem sempre é o que acontece.

O dia-a-dia estressante nas grandes cidades afeta diretamente o sistema nervoso das pessoas, a intransigência muitas vezes coloca em risco o sossego e a paz alheia. Depois de passar o dia todo dentro de um escritório ou até mesmo num canteiro de obras ou em um chão de fábrica tudo que queremos é chegar em casa e descansar. Pena, que nem sempre esse desejo de descansar é realizado.

Não há nada mais irritante do que morar em um condomínio e sentir-se abandonado por quem deveria tomar as devidas providências, a função de síndico requer responsabilidade e não omissão, alguns indivíduos acham que exercer a função é ter status e são permissivos quando nada fazem contra condôminos arruaceiros que fazem festa todos os dias dentro de suas unidades habitacionais e fora do horário permitido, tocam instrumentos musicais que passam do limite de som permitido, escutam som altíssimo até durante a madrugada, arrastam móveis em qualquer horário, efetuam reformas praticamente durante as 24 horas do dia, possuem cachorros estressados que latem sem parar e crianças que pulam, gritam, correm dentro do apartamento até altas horas da noite durante a semana e nos finais de semana também sem se importar se há pessoas descansando ou doentes em outras unidades.


Síndicos acovardados têm sempre uma desculpa na ponta da língua como estresse, viagem familiar e problemas de saúde deixando de lado a responsabilidade de aplicar advertências ou multas aos infratores. Acreditam que a boa convivência nos condomínios é passar a mão na cabeça daqueles que não respeitam as normas estipuladas em assembleia.

Quando há qualquer tipo de barulho que incomode os vizinhos, os síndicos acovardados são os primeiros a saírem correndo deixando um clima desagradável entre os demais que ali habitam, muitos são fofoqueiros, dissimulados e sem caráter. Agora, imagine você um pobre mortal que mora em um condomínio que até alguns meses atrás era tranquilo, mas que de repente do dia para a noite muda bem acima de sua cabeça um vizinho que não está nem aí para o silêncio, e faz questão que seus netos corram, pulam, joguem bola, arrastem móveis, gritem, brinquem de pula-pula, andem de skate tudo dentro do apartamento durante 20 horas por dia, e para piorar tem um cachorro que late 24 horas por dia?

Esta é a rotina que Pedro e sua esposa têm todos os dias, eles saem de casa antes das 8:00 h da manhã em direção ao trabalho, e já são despertados pelo cachorro do vizinho as 6:30 h da manhã latindo alto na sacada do apartamento, horário em que o morador do apartamento de cima chega fazendo barulho com seu sapato de pregos após uma longa jornada de trabalho no maior hospital público da cidade. Viviane volta das suas aulas como professora em um colégio particular na cidade às 14:00 h e Pedro chega em casa por volta das 19:00 h. Pedro é um próspero gerente de  produção em uma empresa de bens de consumo, realizado, comprou seu primeiro apartamento em um condomínio tranquilo há 7 anos atrás em um bairro de classe média alta em uma grande cidade brasileira.

O apartamento foi decorado com o que há de melhor em questões de modernidade, porém mal imaginavam eles que depois de anos de sossego poderiam passar por tanto estresse com o novo morador da unidade habitacional acima do deles. Viviane não consegue fazer suas atividades intelectuais como antes, as crianças de domingo a domingo correm, pulam e gritam o dia todo, raramente se escuta a voz de um adulto recriminando o barulho.

Quando Pedro retorna a sua casa cansado depois de um dia de trabalho duro, não consegue descansar por completo, pois com a chegada da noite as crianças estão mais inquietas e impulsivas. O morador sai para trabalhar perto do horário das 18:30 h e os netos ficam completamente sozinhos dentro do apartamento, a mãe das crianças por sua vez que deveria se responsabilizar por elas está na academia se exercitando, o pai sabe-se lá quem é, que nunca está junto as crianças durante a semana.

Viviane e Pedro cansaram de reclamar à portaria, a administradora do condomínio e ao síndico sobre o barulho constante, onde na maioria das vezes tiveram suas reclamações ignoradas, uma vez que o síndico acha normal que crianças de 5 e 2 anos de idade brinquem livremente no apartamento do avô, já que o barulho não chega aos seus ouvidos.


Durante o dia e a noite o barulho advindo do apartamento acima é em torno de 70 decibéis, o barulho exagerado é acima do permitido já que o empreendimento não possui acústica, além do incomodo e a falta de educação dos responsáveis pelas crianças que passam do limite. Atitudes tais que fazem com que Viviane e Pedro pensem como os responsáveis são relapsos na educação dos menores, conversar diretamente com os desordeiros é perda de tempo, pois o morador do apartamento é totalmente mal educado e gosta de intimidar as pessoas que estão em desacordo com suas atitudes, distorce as conversas alegando estar sendo perseguido, e gosta de dizer que quem não aceita os barulhos de seus netos está infringindo o Estatuto da Criança e Adolescente.


Reclamações de outros moradores quanto ao barulho há no condomínio, porém o síndico ignora, tanto que retirou o livro de ocorrências da portaria do condomínio para que não haja reclamações. A não responsabilidade pelas devidas funções que o síndico deveria assumir coloca em risco todos os demais moradores, pois fortalece o infrator que intimida livremente quem deseja freá-lo em suas ações.


Durante seis meses da mudança do novo morador, Pedro e Viviane começaram a ter receio de voltar para casa, pois sabem que quando lá estão não há mais sossego. Os moradores do andar de cima já provocaram problemas semelhantes em outros condomínios onde residiram anteriormente, porém nada é feito que cesse os desordeiros. A construção aos poucos vai se depreciando com os constantes atritos na laje, o que tem acarretado trepidações constantes no apartamento como de um terremoto, Viviane e Pedro são cientes de que estes fatos desvalorizam a moradia, mas sozinhos nesta causa nada podem fazer a não ser se lamentar ou processar juridicamente o vizinho barulhento.

Fatos como estes são muito comuns nos dias atuais do que se pode imaginar, em geral, as pessoas não pensam nos problemas que causam aos outros, muito pelo contrário, acreditam que seja o centro das atrações deturpando a verdade para sair como vítimas e não réus. Por outro lado percebemos a falsa cultura de que as crianças podem fazer tudo sem ter limites, diálogo ou orientação educacional de que não podem fazer tudo.

O que Pedro e Viviane vivenciam todos os dias no condomínio onde moram não é algo incomum, não, é mais complexo do que se imagina. A omissão de quem deveria por obrigação defender os interesses de todos fortalece aqueles que de passagem se acham mais donos do que todos os demais, invadindo a privacidade alheia. Quando adquirimos um imóvel ou locamos devemos ter em mente que não somos donos de tudo, e sim de apenas uma fração. Em situações de conflito cabe o bom senso das partes interessadas e ações mais consistentes daqueles que deveriam zelar pelo interesse comum de todos os moradores.


As confusões, intrigas e agressividades nos condomínios no Brasil são enormes, infelizmente só ficamos sabendo destes inconvenientes quando uma tragédia acontece. Os processos judiciais são diversos, principalmente quando não há consenso entre as partes interessadas. Desgastes desnecessários se todos entendessem que respeito faz parte da educação básica dos cidadãos.

Se as crianças que moram no apartamento de cima do de Pedro fossem orientadas a não gritar, pular, derrubar objetos ao chão ou correr dentro do apartamento com certeza iriam crescer respeitando o próximo. A omissão educacional tem formado adultos cheios de razão sem ter nenhuma obrigação, o que faz com que no futuro destas pessoas seja cheia de problemas mal resolvidos. A deterioração da educação básica tem feito com que a responsabilidade fique a cargo de outros, e não diretamente dos seus responsáveis. Quem ama educa, mas quem está muito preocupado consigo mesmo não tem tempo para educar ninguém.

Se quisermos ter um futuro mais digno vamos ter que reaprender as normas básicas da educação, caso contrário, estaremos formando novos psicopatas manipuladores.

Pense sobre isso, o que você tem feito para mudar o mundo atual?

Artigo protegido pela Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. É PROIBIDO copiar, imprimir ou armazenar de qualquer modo o artigo aqui exposto, pois está registrado.

Licença Creative Commons
O trabalho O capeta mora no andar de cima de Marisa Fonseca Diniz está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
Baseado no trabalho disponível em https://cafesonhosepensamentos.blogspot.com/2017/11/o-capeta-mora-no-andar-de-cima.html.



Felicidade não se mostra, se vive

Marisa Fonseca Diniz



Qual a necessidade que algumas pessoas possuem em ficar publicando nas redes sociais a sua aparente felicidade? Quando falamos em felicidade, não queremos nos restringir apenas a sensação de contentamento e bem estar, e sim em se sentir e ser feliz com as nossas escolhas.

Quando as pessoas se expõem nas redes sociais nem sempre estão felizes, muitas vezes querem apenas demonstrar essa falsa realidade para ter aprovação dos outros, que nem sempre sabem que elas existem. A carência por atenção e aprovação tem feito com que as pessoas fiquem escravas das redes sociais, e no fundo sentem completamente sozinhas. 


As pessoas realmente felizes não possuem tempo para publicar a felicidade nas redes sociais, até porque muitas estão ocupadas demais vivendo o presente. Há algum tempo atrás, quando ainda tinha paciência com as redes sociais era agradável ver as fotos publicadas por colegas, mas o tempo passou e percebi que tudo aquilo não passava de futilidades.

Alguns contatos de longa data tinham a necessidade de publicar tudo, desde a rotina dos filhos até seus passeios de final de semana, e muitos destes estavam com seus relacionamentos em frangalhos, ou seja, toda aquela amostragem não passava de um subterfúgio para dizer que estava tudo indo a mil maravilhas, quando na verdade não estava.



As pessoas inseguras possuem sempre a necessidade de mostrar aos demais que a vida deles é um verdadeiro mar de rosas e que não há nenhum tipo de problema, o que é uma grande mentira. Por outro lado pessoas realmente felizes e seguras de si, não possuem esta eminente necessidade, elas na verdade passam por dificuldades, resolvem entre si, são intensos em tudo, conversam entre si e não permitem que a internet ou as redes sociais entrem sem serem convidados em suas vidas.

Várias são as pesquisas ao redor do mundo que buscam uma explicação palpável a fim de chegar a um consenso do que é ser feliz. A felicidade não está relacionada às viagens, ao dinheiro, as festas, a quantidade de amigos ou colegas numa rede social, não a felicidade está vinculada ao tipo de vida ou relacionamento que te deixa tranqüilo, em paz e seguro.

A exposição nas redes sociais deprecia invés de fortalecer, se a pessoa está depressiva não será indo para uma rede social que a vida dela irá melhorar, e sim procurando ajuda profissional de um bom psicólogo ou psiquiatra, até porque a internet está cheia de entendidos sem formação profissional.



A internet muitas vezes é um campo minado, onde as pessoas acreditam que por lá irão encontrar a solução para todos os seus problemas, além de encontrar os mais variados tipos de amigos, ou seria inimigos? A vida não pode ser tão chata a ponto de se expor tanto nas redes na esperança de ter aprovação do que faz ou deixa de fazer.

A vida passa muito rápida e quem vive 24 horas por dia na internet perde os melhores momentos. É mais fácil fazer amizades duradoras no mundo real do que no virtual. Os casais que vivem o agora sem tempo de publicar todos os momentos nas redes sociais são mais felizes, possuem menos problemas e dialogam entre si, portanto aprenda a ter uma vida reservada, pois quem fala muito em geral não percebe que pode estar dando de mão beijada todos os seus momentos aqueles que o invejam.


Preste atenção, o que ninguém sabe, ninguém estraga, a vida só vai para frente quando conseguimos nos desvencilhar de pessoas perigosas e invejosasas redes sociais só são boas quando você tem dentro delas pessoas que você pode confiar e de preferência que você conhece pessoalmente, não se iluda, a maioria das pessoas não estão preocupadas com os seus problemas, e sim estão apenas interessadas em criar intrigas e julgar os erros alheios.

Fujam das pessoas cheias de conselhos vazios, estas são as piores, enxergam defeito em tudo menos nas próprias atitudes. Todas as vezes que se dá importância a conselhos de estranhos a vida não anda, mais que depressa faça uma limpeza na sua vida, comece pelas redes sociais, exclua sem dó nem piedade todos aqueles que não acrescentam absolutamente nada e tiram a sua paz. 


Seja otimista acima de tudo, não se deixe abater por nada, mesmo quando tiver a sensação de que sua vida está desmoronando, libere perdão e viva intensamente suas escolhas e relacionamentos, a comunicação é o melhor caminho entre o mal entendido e a verdade.  

Seja feliz e aproveite para ler todos os links deste artigo, porque no final você vai descobrir que para ser feliz não precisa muita coisa, apenas se desvencilhar de quem suga suas energias e te leva para trás, pessoas tóxicas sugam nossa alma de canudinho  e saiba aproveitar a vida real e tirar apenas o melhor das redes sociais.

Artigo protegido pela Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. É PROIBIDO copiar, imprimir ou armazenar de qualquer modo o artigo aqui exposto, pois está registrado.

Licença Creative Commons
O trabalho Felicidade não se mostra, se vive de Marisa Fonseca Diniz está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
Baseado no trabalho disponível em https://cafesonhosepensamentos.blogspot.com/2017/10/felicidade-nao-se-mostra-se-vive.html.